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Joel lopes Innovarisk

Conheça o Joel Lopes – Subscritor Patrimoniais Empresas

Equipa

Quando é que integraste a equipa da Innovarisk?

Dia 29 de Outubro de 2020

E como é que ficaste a saber da existência da Innovarisk?

Na verdade, eu já conhecia a Innovarisk há alguns anos. A princípio ainda associava à Hiscox e aos RC’s Profissionais, mas algures em 2019, o Gonçalo Baptista, numa entrevista à ECO Seguros, deu a conhecer a empresa, e foi aí que entendi o que era realmente a Innovarisk.

O que mais te chamou a atenção para optares pela Innovarisk?

Para além do desafio de vir para uma área nova na Innovarisk, foi também a inovação que têm demonstrado ao longo dos anos (especialmente através dos conteúdos temáticos nas redes sociais) e o modelo de negócio em si.

Define a Innovarisk numa palavra.

Hospitalidade. Isto porque na minha chegada à Innovarisk tive um “contratempo”, que me deixou alguns meses de fora, e todos na empresa me acolheram e trataram extremamente bem nesse período. Eu estava muito preocupado com o ocorrido, e a empresa agiu com bastante normalidade e recetividade, o que demonstra a preocupação que têm para com a equipa.

O que mais gostas no teu trabalho?

A minha função é subscritor e, como tal, o que mais gosto passa por desenvolver soluções “novas” e ajustadas para clientes com os produtos com que trabalho. Considero que se as seguradoras apenas vendessem produtos standard, a função de subscritor não seria necessária e, por outro lado, os clientes também não ficariam devidamente protegidos. O nosso papel é conseguir ajustar um “mero documento” ao verdadeiro risco do cliente e isso é, sem dúvida, o que mais aprecio no meu trabalho.

Desde que estás na Innovarisk, que diferenças podes apontar na tua vida profissional?

Ainda é tudo muito recente, o que aliado à pandemia que estamos a enfrentar, torna prematuro elencar grandes diferenças. No entanto, para além de estarmos afastados uns dos outros, sinto bastante liberdade para desempenhar as minhas funções, e noto também um maior contacto com os canais de distribuição (mediação e corretagem).

Como gostarias de ver a empresa daqui a 10 anos?

A Innovarisk é uma empresa com uma equipa muito jovem e com um enorme know-how. Dito isto, gostaria que daqui a 10 anos continuássemos com um conhecimento quer do mercado, quer dos produtos com que trabalhamos de elevado nível e, claro, com um maior leque de produtos na oferta.

O que mais te fascina no mundo dos seguros?

Quando entrei no mundo segurador – há 6 anos atrás – vinha completamente às cegas, pois não sabia com o que contar. Julgava que eram empresas aborrecidas, com muita papelada e imensos carimbos (um pouco aquela imagem que temos quando entramos numa repartição de finanças), mas ainda assim decidi arriscar. Confesso que foi uma surpresa muito agradável, pois há empresas do mercado segurador, como é o exemplo da Innovarisk, que estão muito avançadas tecnologicamente e com ferramentas de trabalho muito atuais. Atualmente podemos tratar de um seguro de grande dimensão a trabalhar desde casa sem gastar uma única folha de papel.

E com tudo isto, a verdade é que passados estes anos nunca pensei mudar de área, nem sequer de função.

Que diferenças existem para ti entre o mercado segurador e os restantes mercados?

A minha experiência noutras áreas foi diminuta, mas consigo enunciar algumas. Estive alguns meses em consultoria e não gostei. Como é uma área dedicada a projetos, considero que não existe espírito de equipa: as pessoas estão sempre a trocar de projeto/cliente, o que torna tudo muito impessoal. Nos seguros, nomeadamente nas equipas de subscrição por onde passei, isso existe, o que para mim é um fator importantíssimo.

Outra diferença a considerar é a importância do nosso papel, pois as seguradoras são necessárias nos momentos mais difíceis para os clientes, e isso acaba por nos atribuir uma certa responsabilidade.

Que diferenças existem na Innovarisk em relação as suas experiências profissionais anteriores?

Felizmente, todas as hierarquias que tive até à data deram-me autonomia para desempenhar a minha função (por vezes até mais do que aquela que eu necessitava). Porém, em empresas maiores há certas realidades que têm que ser, naturalmente, cumpridas e tidas em conta. Na Innovarisk, pela sua dimensão, e com uma equipa mais pequena, existe uma maior flexibilidade para cada um gerir e fazer o seu trabalho.

Para além disso, o papel do subscritor na Innovarisk é mais transversal, pois tem outras tarefas, como sejam de cariz comercial ou de desenvolvimento/dinamização dos produtos.

Que conselho daria a um futuro profissional que pensa iniciar a sua carreira no sector segurador?

Diria que é uma área muito mais interessante do que aparenta ser. A minha formação é em Engenharia Industrial, e não tendo enveredado pela área industrial, estou na vertente dos seguros que permite analisar e segurar toda a tipologia de indústria, o que, em primeiro lugar, me satisfaz e, em segundo, vai ao encontro da minha formação.

Ainda hoje em dia, quando digo a amigos que estou no sector segurador, pensam que não tem nada que ver com a minha área de formação, o que claramente demostra o desconhecimento desta área.

Como ocupas o teu tempo livre?

Eu sou daquele tipo de pessoas que não gosta de fazer sempre o mesmo, por isso o meu tempo livre não tem qualquer rotina associada. Adoro praia, e por isso no verão, tento ir à praia o mais que posso. Por vezes até ao final do dia após o trabalho vou dar um mergulho. Sou também um grande fã de duas rodas, e por isso para mim ir passear de mota é algo que faço naturalmente, quando tenho oportunidade.

Outra atividade que me consome algum do meu tempo, especialmente ao fim de semana, são algumas propriedades agrícolas que herdei, e onde vou com alguma regularidade, pois tento mantê-las limpas e produtivas. Não o vejo como obrigação, pois nasci no campo e desfruto de ir lá, serve também para espairecer a cabeça da azáfama da cidade.

Aprecio também ver séries televisivas, pelo que passo bastantes horas em frente à TV na Netflix ou na HBO.

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