LOGIN :
Blog_Imovel

Utilização de um imóvel

Habitação mercado segurador Patrimoniais

Quando analisamos um risco patrimonial há claramente muitos aspetos a ter em conta. A subscrição vai muito além dos números e da pura matemática: ano de construção, área, capitais, taxas, etc.

Logo para eleger o produto mais adequado ao imóvel em questão é fulcral saber que tipo de utilização tem.

É uma residência? Então vamos segurar num dos produtos próprios de Habitação, consoante a ocupação (principal, férias, arrendamento, misto e outros como a nacionalidade do cliente e a luxuosidade do risco).

Mas quando entramos na área de imóveis de ocupação não residencial, temos um enorme leque de atividades de comércio, serviços, armazenagem e indústria de diversos tipos, por vezes até vários nas mesmas instalações.  Torna-se especialmente importante, principalmente no caso de indústrias e armazenagem, de ter informação muito clara não só sobre a estrutura em si, como acerca das matérias e mercadorias, até nos casos em que não são objeto de seguro pois um sinistro, independentemente de ter causa na estrutura fixa ou nos bens que lá se encontram muito frequentemente afeta ambas as partes. As proteções existentes também deverão ser apropriadas aos riscos mais eminentes do risco em questão.

Para reunir todos os dados contamos com a ajuda dos mediadores nossos parceiros que têm uma relação de maior proximidade e confiança com o cliente. Este trabalho e interação em equipa permitirá uma análise detalhada do risco, da qual resultará uma subscrição de excelência, e quando for preciso também um serviço de sinistros que corresponda às expectativas do cliente, ou até supere.

Resumindo: todo este trabalho antes da contratação não significa de todo complicar ou como poderá parecer “perder tempo”. Antes pelo contrário, é investir tempo para que, na eventualidade de algo correr mal, tudo se resolva de forma célere, pois é precisamente nestes momentos de aperto que um cliente está menos disposto a “perder tempo” com troca de informação e que lhe peçam tudo e mais alguma coisa.

Por Filipa Peres, Subscritora de Patrimoniais

Fale connosco