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Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.

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O mercado segurador tem-se reinventado ao longo dos anos, procurando acompanhar os interesses e os valores dos seus clientes. A necessidade básica que nenhum cliente abdica é a sensação de tranquilidade que os seguros podem proporcionar, mas é preciso que esses seguros tenham coberturas em linha com o que é esperado pelo nosso público. Por isso, aquilo que hoje o mercado segurador oferece é diferente daquilo que o mercado oferecia há poucos anos, já que veio a acompanhar gradualmente e a adaptar-se aos benefícios que os clientes mais valorizam, porque os tempos são outros.

Afinal, o que mudou?

Quando comecei o meu percurso profissional na área seguradora, conheci um mercado diferente daquele que é hoje. A transição para o digital, por exemplo, tornou o acesso à informação sobre os seguros mais democratizado, possibilitando encontrar um maior leque de produtos e compará-los, de forma que o cliente possa escolher ou personalizar aquele que vá mais ao encontro das suas necessidades e expectativas. Neste momento vivenciamos uma forte digitalização por parte das seguradoras, não só no que respeita à recolha e armazenamento de dados, como também na construção de relações com parceiros de negócios e clientes, em que tudo está cada vez mais à distância de um clique. Por exemplo, o modo como se formaliza a contratação de um seguro também se alterou; antes era necessário imprimir uma proposta, preencher e devolver assinada, para posteriormente ser digitalizada e enviada para a companhia de seguros. Hoje o preenchimento e a assinatura podem ser digitais, permitindo que a seguradora receba imediatamente a proposta e consiga automatizar mais facilmente a sua aceitação.

A utilização das Apps e áreas de cliente

Com a crescente utilização dos smartphones, o mercado segurador está hoje presente na palma das mãos dos clientes. Há poucos anos qualquer assunto que fosse necessário tratar relacionado com uma apólice, o cliente tinha de contactar a companhia por telefone ou deslocar-se ao seu mediador. Hoje já consegue gerir as suas apólices através de uma simples aplicação móvel, proporcionando uma experiência de proximidade e comodidade. Um exemplo prático e útil que estas aplicações permitem é a possibilidade de um segurado poder enviar as suas faturas de uma despesa de saúde através de uma fotografia, quando antigamente era necessário remeter por correio para a seguradora processar o seu reembolso. Outro impacto da era do digital na atividade seguradora são as teleperitagens, que através do envio de fotografias e vídeos, permitem responder de forma rápida à regularização de um sinistro de baixo custo.

Sabemos que a evolução da tecnologia não termina por aqui e que as necessidades humanas não são finitas, pelo que é importante prestar atenção às tendências que nos permitirão um vislumbre daquele que será o futuro próximo da atividade seguradora. Desta forma, é extremamente importante que o setor tenha a capacidade de responder às mudanças do mercado, para que seja possível responder à procura de forma eficaz.

Por André Carvalho, Assistente de subscrição

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