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Blog - Lojas online, o isco perfeito para os riscos cibernéticos

Lojas online, o isco perfeito para os riscos cibernéticos

cyber Segurança

Durante a atual crise do COVID-19 o comércio eletrónico tem sido a solução encontrada por muitas empresas, muitas delas tradicionais, para não fecharem as portas durante o período de confinamento. É uma opção que permite continuar a desenvolver a sua atividade, mas que envolve uma série de riscos.

Grandes plataformas como a Amazon ou a AliExpress, que operam há mais tempo, integraram com sucesso as lojas online de marcas conhecidas no retalho e na distribuição. Paralelamente as empresas mais tradicionais (restaurantes, produtos domésticos, higiene pessoal, entre outros) também estão empenhadas em trazer os seus produtos para a internet. Infelizmente os hackers vivem também esta nova realidade socioeconómica e tentam tirar proveito da situação, o que se tem refletido numa onda de ataques cibernéticos de phishing (emails fraudulentos que têm como objetivo o utilizador revelar dados pessoais e/ou confidenciais), vírus e ransomware (software nocivo que bloqueia o acesso ao sistema e exige pagamento de um resgate).

Embora tecnicamente a criação de uma loja online seja cada vez mais fácil, devem ser tomadas medidas de segurança cibernética desde o primeiro momento para evitar riscos que possam prejudicar o negócio. Os riscos cibernéticos são mais comuns do que podemos acreditar e não fazem distinção entre pequenas e grandes empresas. Como aconteceu nestes três exemplos:

  • Uma empresa de formação online que é atacada por hackers que deixam todos os alunos sem acesso para concluir os cursos.
  • Uma loja digital vê o acesso aos sistemas bloqueado e as vendas paralisadas porque alguém abriu um email malicioso.
  • Um comércio online de equipamento eletrónico é invadido e são modificados os preços de todos os produtos.

Para minimizar este tipo de situações os responsáveis das lojas online devem tomar precauções, sobretudo no que diz respeito aos três riscos cibernéticos mais comuns desde o início do isolamento social:

  • Ciberataques através de componentes de terceiros: por exemplo, o “carrinho de compras” da plataforma de comércio eletrónico. Deve verificar-se é 100% seguro pois pode ser a porta de entrada para os hackers.
  • Aumento do phishing e das fraudes bancárias: a segurança do processo de pagamento deve ser a prioridade absoluta nos negócios online. Além disso, os clientes devem ser informados de que nenhuma informação bancária será solicitada de outra maneira.
  • Malware: esta é outra das técnicas mais utilizadas hoje em dia pelos hackers para explorar as vulnerabilidades das lojas online, através de vírus, ransomware ou trojans (software malicioso disfarçado de programa legítimo que é usado como porta de entrada para que hackers possam invadir o computador/sistema).

Para proteger o seu comércio online as empresas precisam desenvolver a sua própria estratégia de segurança cibernética, que deve ter o seguro contra riscos cibernéticos como a última linha de defesa.

Fonte: Hiscox Espanha

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