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Blog - Diamonds are a girl’s best friends…

Diamonds are a girl’s best friends…

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O diamante é um cristal sob a forma alotrópica do carbono, de fórmula química exclusivamente C. Trocando por outras palavras, mais percetíveis para o comum dos mortais: é o cristal mais desejado por muitos de nós. Melhor: o ex-libris das joias.

A nossa experiência diz-nos que ao contrário de uma Obra de Arte, cujo maior risco é o dano acidental (por exemplo, a moldura cair ao chão e danificar-se; a jarra Ming partir-se porque a empregada doméstica a deixa cair ao chão), com as joias o risco mais frequente é o furto ou roubo e, como tal, devemos tomar as devidas precauções para as ter protegidas.

Se formos a pensar bem é fácil perceber o porquê desta diferença de risco: quem rouba, por exemplo, um quadro não o pode depois colocar como peça central em sua casa. Terá de o esconder. Relembremos o caso do quadro “O retrato do Doutor Félix Rey” de Van Gogh: é um facto que não foi roubado: Van Gogh ofereceu este quadro ao Sr. Rey. Mas como ele não gostava do quadro, este acabou no galinheiro… Quem rouba um quadro poderá ter de o guardar num sítio semelhante!

Em relação às joias, o panorama é diferente. Uma peça de joia pode ser manipulada e transformada noutra. Se estivermos a falar apenas de ouro, este pode facilmente ser derretido e transformado noutra joia. Mas se falarmos de uma pedra preciosa esta não poderá ser derretida, mas sim transformada noutra peça diferente.

Por exemplo, no filme Ocean´s 13 o foco central do filme é o roubo de um colar Cartier com um significado e valor bastante elevado. Após contornarem todas as medidas de segurança possíveis e imaginárias, os protagonistas conseguem por fim roubá-lo, mas… e como o podem levar do MET? Simples… transformam um colar em diversas joias!

Ter uma joia favorita roubada enquanto a temos connosco é um medo persistente. Mas, pela nossa experiência, não é algo que aconteça com frequência. Grande parte dos sinistros são denúncias de perda ou furto dentro de casa e não roubos diretamente à pessoa quando as está a usar.

Um assalto pode ser relativamente raro, mas deixar joias e relógios (bens que podem ser facilmente transportados) em sítios acessíveis, e à vista, é algo contra o qual nos devemos proteger. Temos de ser diligentes em relação à proteção destes bens e usarmos cofres para guardar as joias de valor mais elevado. Existem vários tipos de cofres diferentes e adequados consoante o valor total de joias que temos em casa.

E em relação ao seu seguro, o que deve fazer? A melhor forma de garantir uma proteção completa na sua apólice é garantir que as suas joias estão sempre dentro do cofre quando não estão a ser usadas, e que o valor destas é regularmente atualizado e informado à sua seguradora.

E o que fazer quando compra ou recebe uma joia nova? Assegure-se que o seu seguro lhe permite uma margem em relação ao valor total das joias que já estão seguras, com a salvaguarda de ter de informar a sua Seguradora num período de tempo razoável. Caso contrário terá de se recordar de a informar cada vez que adquire uma nova peça, o que é pouco prático e propenso a esquecimentos que poderão pôr em causa aquela nova joia de que tanto gostou.

E, como diz o filme icónico de James Bond, Diamonds are forever…

Por Marta Léon, Subscritora de Patrimoniais

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