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RP Innovarisk

Conheça o Ricardo Pereira – Subscritor de Linhas Financeiras

Equipa innovarisk mercado segurador

Quando é que integraste a equipa da Innovarisk?

Integrei a Equipa da Innovarisk em 2013, sendo que estou na Empresa desde o seu início.

E como é que ficaste a saber da existência da Innovarisk?

Acabou por ser uma coincidência. Grande parte dos colaboradores da Innovarisk trabalhavam na Hiscox, e, através de um amigo comum soube da oportunidade e acabei por a abraçar com todas as forças.

O que mais te chamou a atenção para optares pela Innovarisk?

Na altura o meu trabalho era mais básico e temporário, para ajudar a Innovarisk a fazer a transição da Hiscox, mais numa componente administrativa, ajuda informática, etc. Sempre me chamou a atenção ser um ramo (Seguros) que eu gostava, e, apesar de ser algo temporário, sempre tentei mostrar o meu valor para continuar na Empresa.

Define a Innovarisk numa palavra.

Família.

O que mais gostas no teu trabalho?

Pergunta difícil. O nosso trabalho acaba por tocar todas as partes, desde a vertente de subscrição até à vertente comercial. Temos essa sorte, de podermos fazer um pouco de tudo e disfrutar do que fazemos. Diria que, a destacar alguma coisa é a componente de bom ambiente, e, de, quase família que vivemos na Innovarisk, que acaba por ser um fator fundamental para o êxito que temos tido nos últimos anos. A competência das pessoas que trabalham na empresa, o seu compromisso, tudo ajuda a que tenhamos êxito, mas se não houver bom ambiente e uma união quase familiar, não teríamos alcançado o êxito que alcançámos nos últimos anos;

Desde que estás na Innovarisk, que diferenças podes apontar na tua vida profissional?

Foi uma volta de 180 graus. Conforme referi, entrei na Innovarisk a “prazo”, ou seja, quando a migração de sistemas tivesse acabado teria de procurar outro desafio. Felizmente, surgiu uma oportunidade que agarrei e tornei-me Subscritor. Foi uma longa caminhada nestes 7/8 anos, onde acabei por fazer um pouco de tudo: trabalho administrativo, trabalho de “desenrasca”, subscrição, comercial…

Uma das grandes diferenças que noto foi o crescimento a nível profissional. Numa escala de 0 a 10, acho que entrei no 0 e, com a ajuda de todas as pessoas da Innovarisk me tornei muito melhor. Desde aquela pessoa que ninguém conhecia no mundo dos seguros, até alguém que dá a cara pela empresa, como subscritor, a diferença foi como uma volta de 180 graus.

Como gostarias de ver a empresa daqui a 10 anos?

Independentemente do que pode acontecer em 10 anos, que é bastante, gostava que os valores “Familiares / Amizade” não se perdessem. Por vezes, com o crescimento exponencial, perdem-se certos valores que são fundamentais para manter esse crescimento sustentável, e este é, a meu ver, um deles.

Gostaria de ver a Innovarisk no topo, a continuar a liderar na excelência, no rigor, em tudo a que nos propusemos, mas acima de tudo, gostaria de ver a empresa a crescer, que é sinónimo de sucesso, a ter mais produtos, a ter mais ideias, a inovar.

O que mais te fascina no mundo dos seguros?

As relações que vamos construindo ao longo do nosso percurso, algo que não acontecem noutras áreas. Não posso dizer que não gosto do resto: Subscrever riscos, analisar (até porque sou uma pessoa de números), mas o que mais me fascina é mesmo a parte da relação.

Que diferenças existem para ti entre o mercado segurador e os restantes mercados?

Acho que a resposta poderia ser igual à anterior. O mercado segurador é um mercado de relação, de proximidade. Sem relação e sem proximidade dificilmente acabas por ter sucesso. Depois, é um mercado muito específico, onde o mínimo pormenor faz a diferença. Diria que relação e pormenor são as grandes diferentes, com maior enfoque na relação.

Que diferenças existem na Innovarisk em relação às tuas experiências profissionais anteriores?

Existem algumas, mas uma fundamental: a cultura de equipa, entreajuda, quase como uma família… porque somos realmente uma família. Apesar de já ter trabalhado noutros sítios também no mercado segurador, a Innovarisk é diferente por isso mesmo: nós acabamos por não ser nem uma seguradora nem um corretor. Estamos no meio, ou seja, temos de aportar valor, temos de aportar relação, e não apenas Preço. Temos de ser mais humanos e ir além do que é o superficial;

Que conselho darias a um futuro profissional que pensa iniciar a sua carreira no setor segurador?

Complicado de responder a essa pergunta, porque não tive assim tantas experiências em diferentes sítios. O principal é nunca se esconder: dar sempre a cara por aquilo que se faz e vestir a “camisola” da Empresa. Por outro lado, existe a componente de Resultado, que sem essa não é possível ter sucesso. Se tivesse a falar para mim há 10 anos diria: “Tem calma, faz o teu trabalho, ajuda os teus colegas, constrói uma relação. Sê profissional e aproveita todas as experiências para ires aprendendo e crescendo enquanto Profissional”

Como ocupas o teu tempo livre?

De uma forma genérica e normal (vamos excluir estes tempos atípicos), acabo por ser uma pessoa “normal”. Gosto de fazer desporto, de estar com os amigos, de ver uma boa série, um bom filme. De estar somente em casa a descansar e tirar tempo só para mim. Sobretudo de não andar numa vida de stress constante.

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